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sábado, 5 de novembro de 2011

Lá no sítio...

E quando digo que essa coisa é maior que eu ninguém acredita.

E é verdad, é sim sinhô, quem mi contouôuô foi um pescadôôôô ♪



Virar a foto pra que, né

Ai se eu te pego, ai ai se eu te pego

Morre, diabo
Lagartão lindo que vi lá

The vegeance. LOL

domingo, 16 de outubro de 2011

Shopping com a Mari

Megan, sua linda!
       Mari veio dormir aqui de sábado para domingo. Sábado assistimos a uma par de filmes, dentre eles "Garota infernal" com a linda da Megan Fox. Nesse filme, toda vez que a Megan aparecia do nada a Mari gritava e esperneava de susto, praticamente paria de susto! E eu, como sou nada 'assustavel' dava gritinhos gays de susto com os sustos da Mari. xD Passamos a noite a  base de pizzas, batata palha, brigadeiro e pipoca.
       Domingo eu acordei mais cedo para lavar o cabelo (odeio sair de casa com o cabelo molhado) e durante o banho eu fiquei imaginando um jeito legal de acordar a Mari. Primeiro pensei em jogar um copo d'agua, mas minha mãe iria gritar, depois pensei em abrir a janela com força, fazendo o maior barulho possível, mas minha mãe sempre faz isso e eu a odeio por causa disso. Por fim me veio a cabeça a genial ideia de tocar os primeiros acordes de "the phantom of the opera" no teclado com o volume no máximo. É, era assim que a Mariana ia começar o domingo dela: com o lindo som tema do musical mais perfeito do  mundo "O Fantasma da Ópera". Terminei meu banho empolgadíssima com a ideia e quando chego no meu quarto vejo a Mariana já de pé, arrumando-se para sair. #AFF
       Depois do almoço, eu - a maquiadora oficial da família - inventei de maquiar a Mari. Me-ni-nos héteros e solteiros, ela fica  MUITO linda maquiada. *-* Fikdik
      Chegamos no shopping e fomos direto comprar os ingressos para o cinema, pois a sessão das 2h já ia começar. Escolhemos "Missão madrinha de casamento" uma comédia hilária (foda-se a redundância redundantemente redundante) que conta a história do ciumes de uma certa maluca de sua melhor amiga de infância com uma doida rica (sinopse melhor não existe, né). Adorei o filme, recomendo (y)
       Saímos da sala do cinema e fomos dar umas voltas. Depois de enchermos a cara de milk shake e sundae, nos sentamos e começamos a filosofar:
- Mari, cadê os homens héteros?
- Com as namoradas, né Karol.
- Tá, mas e os solteiros?
- Quê?
- Cadê os homens héteros e solteiros, Mari?
- Quê? Filha, isso não existe! Os que já existiram levaram um fora e tão por aí de mãos dadas com outros caras.
- Tsc, pois é... To ficando depressiva aqui.
- Cala a boca, guria! Tu até tem chance de desencalhar, mas eu... AIQUEÓDIO!
Meu potão lindo
      Nessa hora passa dois homens lindos de viver por nós.. de braços dados.
      Aí a louca maníaca descontrolada gastadora de dinheiro baixou em mim. Mas compensou. Além das 2 lindas blusas, do sutiã fofo e do cintinho bonito eu realizei 2 dos meus sonhos de consumo: uma pote de pipoca  estilo americano e o rímel fodástico da Maybelline NY, The Falsies *-*
     Aconteceu muito mais coisas legais e engraçadas, mas to com preguiça de digitar. Então cabô :3
The Falsies, EU TE AMO, SEU LINDO!


Fim das contas, agora pouco em casa:
- Filha, gastasse tudo?
- Não, ainda tenho um pouco...
- Tu tá me devendo 30 reais.
- Então gastei tudo.


Bejo mãe!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Mateando lá no mato

Domingo fui pro sítio da minha mãe, e como todos sabem: Menegotto+tédio+câmera= 4983575438957398 fotos, sendo que, dessas 4983575438957398 fotos só 3 são apresentáveis.
É, só agora que lembrei delas.
Look:

Daê princesa, belê?

Ta, isso não foi no mato, mas eu quis por aqui.

Achei essa foto a mais perfeita de todas



Oi

Eu sou um trilho de trem, ninguém está me vendo

sábado, 13 de agosto de 2011

Tenho que viajar menos.

Não é que eu não queira prestar atenção, é só que
sem querer eu viajo na batata.
      "Aham/éé/também acho/concordo/heuiaeheuiaehiuhaeaeuihaei" São coisas que digo quando não presto atenção no que tu diz. Pois é, sempre digo essas coisas.
      Não é porque tu é chato, entende... É que eu não consigo prestar atenção em nada por mais de um minuto consecutivo. Por exemplo: desde que comecei a digitar eu já fui e voltei ao salão de beleza que serve cubinhos de chocolate que tu tem que pegar com as unhas duas vezes (sim, fiquei pensando como seria um salão assim [provavelmente não teria manicure.] )
      Considero isso como um problema porque é nas aulas, mesmo que eu faça um esforço descomunal eu sempre acabo na idade média ou no século XXIII na maior parte do tempo.

     Já viajei mais quatro vezes desde a viajem da manicure: Sou uma viajante do tempo e fui parar em 600D.C., em Araluen. De cara conheço Halt, um aprendiz de arqueiro. Eu não sei falar a língua deles, mas o Halt tenta me ensinar. Em meio a lições da língua Araluense ele também me ensina a
Focus é mais ou menos assim, ele é mais gordo. Ele é bem grandão, mas
pode se reduzir até a mais ou menos o tamanho de um cavalo pequeno.
usar o arco e as facas de arqueiro, nos apaixonamos. Eu vou e volto de lá quando posso, porque eu trabalho para uma organização que combate forças malígnas que não deviam estar no mundo material. Por causa da organização eu tenho alguns poderes mentais (como uma fraca telecinese alta percepção, sexto sentido aguçado e dom para magias em geral), sou muito bem treinada (quase uma Jackie Chan de vale tudo, mas não gosto de usar violência) posso entender e ser entendida por animais e tenho a sensualidade a flor da pele (que é útil para conseguir coisas e informações dos homens). Tenho também um guardião, um Dragão Vermelho. O nome dele é Focus. Ele vive numa caverna um pouco escura e enorme dentro de um vulcão, a frente de uma lagoa de lava líquida da mesma temperatura de um banho de inverno. Dentro da caverna, mais ou menos no meio e encostado a uma parede tem um ninho feito de o de um passarinho do tamanho da minha  casa; é ali que o Focus dorme. Ao lado, encostado na outra parede, um colchão grande meio disforme(como se fosse um ninho de tecido) da altura de uma cama alta e macio. Atrás um guarda-roupas de tamanho normal, a frente do ninho uma escrivaninha e pelas paredes vários quadros com fotos e pinturas (geralmente de mim com alguém que conheci em alguma dessas viagens pelo tempo) e prateleiras com coisinhas que comprei ou ganhei das pessoas dos quadros. Eu não envelheço, mas tenho um prazo de validade: 800 anos ou enquanto fizer meu trabalho corretamente e não deixar ninguém saber da organização sem a aprovação dos superiores.

Que cheiro de queimado O.o Acho que vou fazer chocolate quente...

terça-feira, 9 de agosto de 2011

No caminho de volta a Laguna

Eu tinha esquecido dessas fotos na câmera :P






Nas melhores fotos aparece o reflexo  da câmera |:





Oi cara de boi :}

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Batatas cozidas e doce de casca de laranja

Pessoas do mundo da gente, eu aprendi muitas receitas com a minha tia-avó de Bento Gonçalves, duas delas que amei foram uma de doce de casca de laranja (isso mesmo, casca de laranja) e uma de batatas cozidas com alecrim. O que mais gostei nelas foi a simplicidade do preparo e o sabor delicioso delas.

Batatas cozidas com alecrim:

Ingredientes:
- Batatas
- Água
- Manteiga
- Sal
- Alecrim (alecrim dourado que nasceu no campo sem ser semeado, ai meu amor, quem te disse assim que a flor do campo é o alecrim ♪ )

Modo de preparo:
Descasque batatas o suficiente para cobrir o fundo da panela enquanto você canta. O segredo é esse, não deixar batatas umas em cima das outras. Cubra com água e deixe cozinhar até ela ficar molinha, mas não tão mole quanto geralmente se deixa. Após isso, desligue o fogo, retire a água, ponha manteiga, sal e alecrim a gosto e deixe fritar, sempre mexendo a panela. Quando ela estiver dourada é só comer *-*



Doce de laranja:

Ingredientes:
-Cascas de laranja (diz minha tia que só fica bom com casca de "laranja de umbigo")
- Açúcar
- Água

Modo de preparo:
Corte a casca bem lavada em tiras. Coloque açúcar na proporção de 1 para 1/2 (1 xícara de cascas de laranja para meia xícara de açúcar) Cubra com água e leve ao forno. Deixe cozinhar até a casca perder toda a acidez e ficar docinha. Adicione mais água se for preciso. Cabô, só isso. :D



Bon appetit :D

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Diário de viagem – 3º dia - Domingo

Minha curta visita a Bento Gonçalves – RS

Fomos até a casa do Tio Natalino.

Diário de viagem – 2º dia - Sábado

Minha curta visita a Bento Gonçalves – RS


A feira

Acordamos as 06:00AM da manhã para chegar a feira as 06:30AM. Quando me falaram que íamos a uma feira imaginei um galpão meio escuro e úmido, cheio de cestinhas com coisas que dá na terra. Quando cheguei lá me deparei com a realidade, mesmo no escuro, tremendo de frio numa rua a 6ªC eu vi aquelas fileiras enormes de barraquinhas com cestos de coisas de terra e coisas que se faz com elas, como doces, biscoitos e vinho. Eu, minha mãe e a tia dela fomos caminhando entre as barraquinhas encostadas no meio fio da rua, olhando os doces, provando os queijos, escolhendo frutas, verduras, legumes... Estávamos chegando ao fim do terceiro quarteirão de feira eu já estava ficando desanimada por eu já ter visto toda a feira quando... Noooooooossa, tinha mais um quarteirão de feira *-* Compramos algumas coisas e voltamos.

As compras

       As 10:00AM todas nós nos jogamos no carro da prima da minha mãe e fomos para Farroupilhas e depois para Caxias do Sul. Compramos muitas coisas bonitas e baratas!
       No shopping de Caxias ganhei da minha irmã de 10 à 1 no jogo. Chegamos as 6 e pouquinhos da tarde.

E hoje foi só isso. Foi muito legal, mas deu preguiça de digitar.

Diário de viagem - Dia 1

Minha curta visita a Bento Gonçalves – RS


No ônibus

Saímos de casa quinta feira às 09:45PM. Chegamos na rodoviária e ajeitamos as malas (que não eram poucas) nos bancos. Esperamos até 10:15PM pelo ônibus que segundo a moça que me vendeu as passagens disse que sairia às 10:00PM. Ok, pelo menos eram só 15 minutos. Entramos no ônibus, olhei para o meu lugar e vi uma velha dormindo nele |:
- Senhora, desculpa, mas esse é o meu lugar.
Ela se levantou, se ajeitou no banco do lado do meu (na janela). Ok.
O moço que fica junto com o motorista começou a fechar as cortinas da janelona panorâmica da minha frente.
- Moço, não dá pra deixar uma frestinha na minha frente?
- Não.
-Manhê, o que eu vou fazer?
- Dormir
-Mas eu não consigo dormir antes das duas D:
Peguei meus fones e comecei a ouvir Abney Park, que me lembrou de um amigo. Não consegui ficar confortável naquele banco. Botava os pés em cima do negócinho de apoiar os pés, apoiava os pés na janela, recostava o banco, me virava para um lado, para o outro... Nada. Olhei para trás e tinha dois bancos livres atrás do banco da minha mãe e da minha irmã (que foram viajar comigo) e me joguei neles. Que delícia, dois bancos e uma janela só para mim *-* Na 3ª música que tocava a bateria acaba.
Estirei-me no banco, dei umas olhadinhas no gostoso do banco do corredor na fila do lado e caí no “sono”; daquele tipo que mesmo tu estando dormindo tu está consciente do que está acontecendo. Lá pelas 2 da madrugada entrou no ônibus um casal com duas crianças. Ouvi a mulher dizendo:
- Esse é o nosso lugar
- Lá atrás está cheio de lugares vazios, vamos para lá. – Disse o marido dela.
- Mas eu paguei por esse lugar, eu quero sentar nele! – Esbravejou a mulher.
Minha mãe me acordou e eu com a maior cara de pau perguntei o que estava acontecendo. Ela me explicou e disse para eu ir lá para trás nos lugares vazios. Não fui, fui para o meu lugar mesmo, ao lado da velha dorminhoca.
Cheguei lá e tive que tirar a mala dela de cima do banco. Acho que ela levava armas lá porque né, quase desloquei o ombro ¬¬ Sentei ao lado dela e o dilema recomeçou. Recosta dali, recosta daqui, vira para lá, vira para cá... Até que consegui ficar quase confortável. Eu estava quase dormindo quando a velha do meu lado começa a roncar. Alto. Grosso. Parecia a menina do exorcista :O Tentei me acostumar com isso. Estava quase dormindo quando a velha começa a gemer e a dizer “não, pare” G.G Eu quis morrer, né.
Até que o sono me venceu e cai no sono. Eu acordava de hora em hora, exatamente de hora em hora. Sempre nas horas que terminavam em 32 minutos. E a velha continuava a roncar e a gemer.
Chegamos a Porto Alegre as 04:45AM. Frio, frio, frio, frio de 1ºC. Amei. O “aeroporto de ônibus” (esqueci o nome daquele ponto de ônibus ‘geral’) e todas as lojas estavam fechadas, até algumas cabines que se compram passagem :O Minha mãe ficou desesperada “será que a gente vai ter que ficar aqui sem fazer nada até as 07:30AM?” Ela saiu perguntando para todos da rodoviária (acho que eram só os passageiros que estavam no ônibus que a gente veio) onde se comprava passagens para Bento Gonçalves – o nosso destino real. Acho que ela perguntou para umas 5 pessoas até que alguém apontou para um corredor; andamos por ele e ao final existiam caixas, compramos nossas passagens e pegamos o ônibus as 05:00AM.
Chegamos ao aerobus (vou chamar assim os aeroportos de ônibus) de Bento Gonçalves as 08:10AM e fomos andando de lá até a casa da minha tia com muitas malas pesadas penduradas pelo corpo. Descemos morros, descemos escadas e descemos mais um morro. Enfim chegamos.

A casa

A casa era (e ainda é, óbvio) linda. Cheguei, dei oi para todo o mundo e fui por as malas no nosso quarto, que ficava no segundo andar, quando subia as escadas eu senti que tinha chego em casa, que eu passei a vida inteira fora e que finalmente tinha chego em casa.

A cidade



A tal escadaria que liga as cidades
A vista de cima da  escadaria
Mal chegamos e já fomos passear. Eu e minha mãe fomos até o shopping aqui perto e depois demos uma volta pelo centro. Bento é uma cidade muito bonita, e grande. Pelo menos para mim que morro numa cidade sem graça, que tem uma só rua de comércio e mais 2 residenciais. Só. Bento é uma daquelas cidades construídas em morros, aqui não tem planícies. Para tu andar por aí tu tem que subir e descer morros e escadas, sim, escadas, calçadas de escadas, uma escada enorme que liga a ‘cidade alta’ a ‘cidade baixa’. Muito estranho, mas muito bonito. Voltamos para casa perto do meio dia, almoçamos e fomos ao centro again, só que dessa vez com dinheiro. Há. Comprei brincos lindos, um bom rímel e uns esmaltes – comprinha básica, né.

As pessoas

Comprinhas básicas
A noite fomos a casa da prima da minha mãe jantar. Minha irmã fez birra com a comida, como sempre. Tiveram que fazer outras coisas para ela comer. Conheci dois primos que eu só tinha visto no natal de 1998. Meu-Deus, me-u-De-us, meu Deus, eles são lindos! Um menino e uma menina, os dois muito lindos mesmo. Na verdade, todos daqui de RS são lindos, a cada 10 homens que tu vê, 9 são lindos e o feioso ali é turista. Há! Meninas, é uma variedade que só, tem homem de tudo quanto é tipo, de tudo quanto é idade. Conversamos um pouco, descobri que o outro primo da minha mãe, pai deles, gosta de astronomia também. Eu conversando com ele me senti uma pirralha de 4 anos que só sabe o nome de lua.
Depois voltamos para casa e dormimos.



Aconteceu mais coisas, não escrevi ou porque não lembro ou não consegui encaixar aqui como o sotaque lindo dos gaúchos e do o meu encontro com a máquina de bolinhas que eu não via desde os meus 6 anos.
As tais bolinhas que não existem mais aqui em SC